terça-feira, 23 de maio de 2017

Terra boa, políticos péssimos e nossa segunda safra anual



 A safrinha cresceu e agora se chama 
segunda safra

Espíritos arrojados — entre familiares e amigos, sobretudo no meu Paraná —, se lançaram numa aventura, tachada à época por muitos de extravagante. Tratou-se da erradicação do café no norte do estado para se plantar basicamente milho e soja de verão, deixando a terra, após a colheita, coberta com a palhada, cuja fertilidade encantava pragas como o picão e o carrapicho.

Alguns produtores se arriscaram, empreendendo um segundo plantio anual, o qual mais tarde passou a ser chamado de safrinha. Lembro-me de um desses desbravadores que, satisfeito com os resultados, ousou mais. Conseguiu no Paraguai um container de trigo mexicano adaptado ao clima quente, e o transportou pouco a pouco em seu monomotor até Londrina, onde iniciou o plantio na região.

Alguém dirá: “Mas como ele conseguiu adquirir esse trigo no Paraguai e levá-lo para o Paraná?” Confesso não saber. Mas, ainda que o tenha conseguido passando por cima do controle estatal brasileiro, o risco do jogo valeu e vem valendo a vela.

Uma vez semeado, o trigo rendeu cem por um, o que levou os burocratas de Brasília a registrarem a semente para pesquisa. Ato contínuo, a Embrapa e o Instituto Agronômico de Campinas tomaram a bandeira. E hoje temos trigo plantado no inverno, cuja qualidade é igual ao do europeu e argentino. Só ainda não somos autossuficientes em razão da burocracia e da desoneração do trigo importado.

Pluricentralizadores e pontificadores, os governantes brasileiros vêm de se tornando tão ou mais plenipotenciários que os faraós do Egito — míseros faraós, que poderão se mexer na sepultura em sinal de protesto pela comparação! Afinal, enquanto o grande e sábio José do Egito governou, ele forneceu ao seu povo trigo em abundância nos sete anos das vacas magras, conforme o relato bíblico.

Já os “faraós” do PT fizeram o contrário: dilapidaram tudo. Deixaram vazios os silos e desestruturado o País, levando à paralisação da economia e ao consequente desemprego de 14 milhões de brasileiros! Eis o grande “feito” dos desgovernos petistas em relação ao Brasil e aos que necessitam trabalhar.

* * *

Devido aos novos entraves à plantação de trigo, bem como à possibilidade de demanda ou de excesso de produção do cereal, nosso criativo produtor começou a plantar milho. Novas variedades híbridas e precoces foram desenvolvidas pela Embrapa e pelo setor privado, dando início à produção em escala da segunda safra. A cevada, a aveia, o feijão e outras culturas de inverno vieram atrás.

Assim, não só a terra ficava com cobertura vegetal, mas também a palhada e o adubo remanescentes da safra de verão faziam vicejar o novo plantio, com a vantagem de inibir as pragas e evitar a erosão do solo. Vale a pena lembrar que a atividade rural não se resume apenas ao cultivo de grãos; nesse período é que se realiza o grosso da colheita da cana-de-açúcar, da laranja e outras frutas.

As baixas temperaturas que fazem secar o capim indicam a hora de abater o gado. Os frangos em galpões aquecidos continuam crescendo. Em todas as feiras agropecuárias que se realizam surge um novo termo no glossário da produção agropecuária. A mais recente é que não se fala mais em safrinha, mas de “segunda safra”. Pudera! Tão-só o milho produzido nela ultrapassa as 70 milhões de toneladas, que somadas às da primeira atingem 100 milhões de toneladas.

O resultado alcançado hoje catapultará a safra 2016/17 para 230 milhões de toneladas de grãos. O ex-ministro da agricultura (1974-1979), Alysson Paulinelli, considerado o “pai da Embrapa”, declarou com ufania em recente palestra no AgriShow de Ribeirão Preto: “Estamos partindo para a terceira safra em um ano”, mostrando que em várias regiões do Brasil isso já é realidade. Por exemplo, nos mais de seis milhões de hectares irrigados; nas plantações de frutas no vale do Rio São Francisco, no Ceará e no Rio Grande do Norte; e em outras regiões favorecidas por chuvas que precedem as frentes frias de inverno.

Nos fóruns realizados pelas grandes feiras agropecuárias, como os Agrishows (feiras de tecnologia agropecuária) de Cascavel, Não-Me-Toque, Ribeirão Preto, Rio Verde, e ainda nas exposições mistas como a de Londrina, Maringá, Goiânia, Campo Grande, além das especificamente pecuárias, como a Expozebu de Uberaba, pudemos constatar que já alimentamos mais de 1 bilhão e 200 milhões de pessoas mundo afora.

O ano de 2017 passará certamente para a História do Brasil como o ano deste upgrade conseguido pela nossa agricultura, pois a partir de agora a ‘safrinha’ deu lugar à ‘segunda safra’. Atingiremos o recorde na produção de grãos com cerca de 230 milhões de toneladas. Ademais, são milhões e milhões de pessoas que se alimentam com nossas proteínas de origem animal.

No primeiro quadrimestre do corrente ano as exportações do agronegócio atingiram o recorde de US$ 29.185.249.178 (em torno de 95 bilhões de reais), tornando superavitária em 21 bilhões e 380 milhões a balança comercial. E não é tudo, pois a safra de cana-de-açúcar e de álcool apresenta muito boas perspectivas. Com a super-safra, a previsão de nosso PIB subiu de 0.5% para 0.7%.

As vendas de máquinas, equipamentos e caminhões para a agropecuária aumentaram 20% em relação ao mesmo período do ano passado. Outro aspecto muito alvissareiro é que elas já geraram mais de 20 mil empregos novos só na agropecuária, pois ainda não dispomos dos dados do conjunto do agronegócio. Serão mais de 600 bilhões de reais do valor bruto da produção que, despejados no mercado, ajudarão o reaquecimento da economia.

Mérito de quem? Do produtor rural, que alheio à gatunagem da máfia governamental do “circo de Brasília”, continuou cuidando da lavoura e do meio-ambiente, plantando e colhendo incansavelmente.

Não posso fechar esta matéria sem reverenciar a memória de Plinio Corrêa de Oliveira, este inesquecível batalhador que sem jamais possuir um palmo de terra, lutou desde a década de 1950 com a combatividade do leão que portava em seu peito e nos estandartes da TFP por ele fundada, para que a Reforma Agrária socialista e confiscatória não fosse implantada no Brasil.

E o pouco que se fez entre nós dessa famigerada reforma — que transformou as áreas desapropriadas em verdadeiras favelas rurais — serviu para ilustrar quanta razão tinha esse grande brasileiro ao qual a História um dia fará jus.


Lembro que em todos os países onde a Reforma Agrária foi implantada, seus habitantes colheram apenas miséria e desolação, pois tal reforma foi sempre uma bandeira de luta comunista. 

No terceiro centenário da “pesca milagrosa” de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, peçamos-lhe que se apiede de todos nós e continue a velar pela nação a Ela consagrada.

ABIM

Pânico por falta de água doce?



Descoberta “exorciza” pânico pela falta de água doce





Mais um pesadelo tramado nos laboratórios do ambientalismo neocomunista parece ter-se felizmente desfeito à luz do sol: pesquisadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido, excogitaram uma “peneira” de óxido de grafeno [ilustração acima] que filtra o sal da água do mar a baixo custo, em escala industrial, explicou a BBC. 

Assim poderá ser resolvido um dos grandes problemas de certos países — a escassez de água doce —, desmentir o ambientalismo e confirmar o plano divino de os homens se multiplicarem ocupando toda a Terra.

Fonte: ABIM




segunda-feira, 22 de maio de 2017

Dois deputados jovens ensinam aos velhos e corruptos



No Congresso Nacional não há apenas corruptos. 

Veja e ouça o que dizem esses dois deputados jovens:



Protestos do PT fracassam



Protestos petistas fracassam de novo


A baixa adesão aos protestos deste domingo frustou os organizadores, segundo o Estadão.
Na capital paulista, eles culparam a chuva.
Mas o fato é que os movimentos de esquerda não conseguem mais mobilizar as massas.
Pudera: se o Congresso não tem legitimidade para escolher presidente, por que teria para mudar a Constituição antecipando eleições?
Mesmo insatisfeito com Michel Temer, o povo prefere ficar em casa, aguardando Lula protagonizar a cena das "Diretas Já" para a cadeia.

Fonte: O Antagonista

sexta-feira, 19 de maio de 2017

A CNBB se animou com Michel Temer cambaleando




CNBB sem limites


A CNBB se animou com Michel Temer cambaleando.
Com agilidade rara, a conferência dos bispos divulgou nota para externar "espanto e indignação diante das graves denúncias de corrupção política acolhidas pelo Supremo Tribunal Federal".

As denúncias contra Lula e o PT não devem provocar espanto e indignação na CNBB.

O Antagonista

terça-feira, 16 de maio de 2017

Servilismo ideológico



Péricles Capanema

Em 1927, Julien Benda publicou na França “Trahison des clercs”, livro controvertido, que fez história. Apontava generalizada a traição dos letrados, cegos à realidade, subservientes diante do poder totalitário. Em linguagem mais atual seriam intelectuais, clérigos, artistas, grandes milionários, cuja ação favorece a servidão comunista. George Orwell os qualificava de esquerda moral: “Os intelectuais são levados para o totalitarismo muito mais que as pessoas comuns”. Raymond Aron acoimou tal fenômeno de “passagem da consciência livre à servidão voluntária”. Atrahison des clercs virou moeda corrente na vida pública francesa. A mais rumorosa delas foi a degradação de Jean-Paul Sartre diante das ditaduras comunistas da Rússia e da China. Nelson Rodrigues tachou-o de “canalha translúcido”.

Lembrei-me da expressão ao, confrangido, passar os olhos no volumoso noticiário sobre Antônio Cândido de Mello e Souza (1918-2017), crítico literário, presente na vida pública desde muitas décadas. O comentário do crítico Sérgio Augusto sobre o escritor falecido dá o tom da cobertura: “Era, sem hipérbole, o maior brasileiro vivo. Sua morte, sem clichê, marca o fim de uma era”.

Vejamos seu pensamento. Transcrevo partes de entrevista que concedeu em agosto de 2011: “O socialismo é uma doutrina totalmente triunfante no mundo”. A agressão à realidade não poderia ser maior. Emendou, consertando: “Chamo de socialismo todas as tendências que dizem que o homem tem de caminhar para a igualdade. Comunismo, socialismo democrático, anarquismo, solidarismo, cristianismo social, cooperativismo”. No mínimo está pouco matizada e delirantemente imprecisa a junção indiferenciada de todas as mencionadas correntes na tentativa de esconder o amazônico fracasso socialista. Volta-se então para o capitalismo: “O capitalismo não tem face humana nenhuma. O capitalismo é baseado na mais-valia e no exército de reserva como Marx definiu”. Na vida real, os pobres do mundo tentam entrar de todas as maneiras na nação capitalista, os Estados Unidos. E sempre fugiram como da peste de todas as nações comunistas. Que construíram muros, cercas e treinaram polícias para mantê-los encarcerados no próprio país.

O entrevistado tinha um problema, o socialismo como existiu na prática, dirigindo tudo, invariavelmente oprimiu e empobreceu o povo. Escapou com uma pirueta: “O socialismo só não deu certo na Rússia. Virou capitalismo. A revolução russa serviu para formar o capitalismo. O socialismo deu certo onde não foi ao poder”. Outra vez, oculta o real. A Rússia não foi o único desastre. O socialismo fracassou na proporção de sua realização em todos os países em que foi aplicado.

Antônio Cândido teve o descaramento de propor um modelo “formidável”: “O socialismo humanizou o mundo. Em Cuba eu vi o socialismo mais próximo do socialismo. Cuba é uma coisa formidável, o mais próximo da justiça social. Não a Rússia, a China, o Camboja”. A tirania dos irmãos Castro é o modelo a ser exaltado e copiado.

Coerente na hora de votar: “Quando eu era militante do PT ▬ deixei de ser em 2002, quando o Lula foi eleito ▬ era da ala do Lula, da Articulação, mas só votava nos candidatos da extrema esquerda”. A Articulação é uma espécie da Centrão dentro do PT, tem programa mais gradualista. O crítico literário, na hora do voto, evitava sufragar sua corrente, procurava fortalecer a extrema esquerda. Era ainda coerente com sua matriz ideológica: “Tenho muita influência marxista ▬ não me considero marxista, mas tenho muita influência marxista na minha formação e também muita influência da chamada escola sociológica francesa, que geralmente era formada por socialistas”.

Antônio Cândido aqui é sobretudo um exemplo. Exemplo de dezenas, talvez centenas de milhares de intelectuais, clérigos e milionários brasileiros (no mundo todo, à vera) que, cegos à realidade, trotam fanatizados atrás de delírios sociais igualitários. São corresponsáveis das piores tragédias sociais do século 20 e 21. Dom Paulo Evaristo Arns, que convidou o ateu e em boa parte marxista Antônio Cândido para a Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo, foi desses clérigos. Compartilhou o entusiasmo do escritor pela tirania castrista. Em carta ao ditador comunista, derreteu-se o prelado brasileiro: “Aproveito a viagem do frei Beto para lhe enviar um abraço e saudar o povo cubano por ocasião deste 30º aniversário da Revolução. Hoje em dia Cuba pode sentir-se orgulhosa de ser no nosso continente um exemplo de justiça social. A fé cristã descobre, nas conquistas de Revolução, os sinais do Reino de Deus”. E vai por aí afora, num deprimente exemplo de sabujismo a um regime torcionário.

Diante de nossa porta temos o caso da Venezuela, outra aplicação do socialismo. Informa o jornalista venezuelano Moisés Naim no OESP: “Não é Maduro que importa. Tirá-lo do poder não basta. Ele é simplesmente o bobo útil dos que realmente mandam na Venezuela: os cubanos, os narcotraficantes e a viúvas do chavismo. E, obviamente, os militares ▬, ainda que, tristemente, as Forças Armadas tenham sido subjugadas e estejam a serviço dos verdadeiros donos do país. O componente mais importante dessa oligarquia é o governo cubano. Para Cuba não há prioridade maior que continuar controlando e saqueando a Venezuela. E Havana sabe como fazer isso. Os cubanos aperfeiçoaram as técnicas do Estado policial. Acima de tudo, os cubanos sabem como se proteger de um golpe militar. Não é por acaso que a Venezuela tem hoje mais generais que a OTAN ou os Estados Unidos. Ou que muitos ex-generais estejam exilados. Narcotraficantes. Eles constituem o outro grande poder. Os herdeiros políticos de Chávez são o terceiro grande componente do poder real na Venezuela”. Os cubanos comunistas, lembrando Antônio Cândido, constroem lá agora, uma vez mais, uma sociedade “formidável”.


Termino. Sofremos apocalíptica mistificação, promovida pela opinião que se publica. Opinião pública é outra coisa. Os setores que perenizam a “trahison des clercs” alardeiam humanismo, tolerância, amor aos pobres. É a face da fantasia. Na outra face, a da realidade, tornam possível a implantação do comunismo repressor, implacável, disseminador da miséria. Desmitificá-los de há muito se tornou obra prioritária de salvação nacional e caridade social.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Assim são os verdes: China polui, Brasil paga o pato!






A NASA publica periodicamente imagens da névoa de poluição que impede qualquer visibilidade sobre a imensa planície do norte da China.

A poluição é tão grave que pode ser verificada a milhares de quilômetros no espaço, noticia há anos a imprensa internacional, como fez “Il Corriere della Sera” no já afastado ano de 2012.

A visibilidade na superfície fica limitada a 200 metros, impedindo a partida normal dos voos no aeroporto da capital chinesa. 

O fato se repete com frequência. As nuvens de poluição na imensa área são geradas por centrais térmicas arquiprimitivas que funcionam queimando carvão.

A ditadura comunista já fez saber à comunidade internacional que enquanto seu desenvolvimento o exigir, nada fará para corrigir a intoxicação que prejudica seus cidadãos-escravos e o ar do planeta.


Em 2017 foi empossado o novo presidente dos EUA, Donald Trump. Ele deixou claro que não acredita nos blefes apocalípticos do ambientalismo radical e acenou com a possibilidade dos EUA abandonar o irreal Acordo de Paris assinado por seu predecessor na COP21.

Esse Acordo mirabolante poderá custar ao Brasil "ninharias" na ordem de 40 bilhões de dólares!

Tendo os EUA tomado distâncias do absurdo, a grande mídia anunciou que a China assumiria a liderança mundial contra o aquecimento global e outros pânicos verdes.

Na filosofia de governo maoista, o que interessa é a China consolidar sua hegemonia mundial, e os outros – escravos ou não escravos – que morram intoxicados se for necessário. 

A primeira imagem – tirada pelo satélite Aqua, da NASA – mostra a situação em 10 de janeiro de 2012. Toda a Planície do Norte da China aparece coberta por uma névoa cinzenta de poluição.




Norte da China desaparece sob poluição em 10/01/2012.
                                                    Foto: Earth Observatory/NASA



Também dá para ver pontos brancos: estes são de neblina normal abaixo da poluição. A segunda imagem mostra o céu no dia seguinte, quando a poluição mais pesada foi levada pelo vento.

De acordo com a NASA, a névoa é composta de “poeira, gotas líquidas e fuligem de queimar combustível ou carvão”.

As partículas de 10 micrômetros (PM10), uma das principais categorias no coquetel envenenador, entram no pulmão e causam problemas respiratórios. 

As partículas de 2,5 micrômetros (PM2.5) também podem se infiltrar nos pulmões e até entrar na corrente sanguínea, causar câncer e problemas respiratórios extremos.

Na ocasião, a densidade do PM10 era de 560 microgramas por metro cúbico de ar. Nos EUA e no Brasil, 150 microgramas por metro cúbico de ar é o limite máximo.

Mas a concentração de PM2.5 é ainda pior: em 10 de janeiro ela literalmente ultrapassou a escala de medição (que vai até 500), de tão alta que era. 



           Pouco depois, vento afasta poluição. Pequim, mar e continente
                  tornam-se visíveis. Foto: Earth Observatory/NASA

– Mas quem ganhou o “Oscar da Vergonha” promovido pelo Greenpeace e votado pelas ONGs ambientalistas?

– A Vale, uma empresa brasileira! Ela recebeu 25 mil votos, especialmente das ONGs Justiça nos Trilhos, Articulação Internacional dos Atingidos pela Vale, International Rivers e Amazon Watch.

A Tepco – maior empresa de energia do Japão –, a mineradora americana Freeport, o grupo financeiro Barclay's, a empresa sul-coreana de eletrônicos Samsung e a suíça de agronegócios Syngenta também foram bem votadas.

O fundo ideológico anticapitalista prevaleceu sobre qualquer honesta consideração pelo meio ambiente

Os argumentos adotados para essa espécie de linchamento virtual foram típicos da ideologia radical “verde”: “história de 70 anos manchada por repetidas violações dos direitos humanos, condições desumanas de trabalho, pilhagem do patrimônio público e exploração cruel da natureza”. 

A Vale, como outras empresas visadas, pretende se defender com pesados investimentos em favor da proteção e conservação ambiental.

https://1.bp.blogspot.com/--Sr9t0dbZ3k/T1UypP1h4tI/AAAAAAAALzQ/U6PcPMRqUq8/s640/Vale+tudo,+sem+fotos+genuinas,+demagogia+verde+apela+aos+'efeitos+especiais'.jpg
Vale tudo, sem fotos genuínas, demagogia verde apela a 'efeitos especiais'.
Cartaz da ideológica campanha contra a Vale e empresas ocidentais.

Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs