sexta-feira, 11 de agosto de 2017

AGRONEGÓCIO: alta de 31,1% ante 2016




Safra 2017 soma 242,1 milhões de toneladas, alta de 31,1% ante 2016, revela IBGE

Estadão Conteúdo


Rio, 10/08 – O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de julho estima uma safra recorde de 242,1 milhões de toneladas em 2017, um avanço de 31,1% em relação à produção de 2016, que totalizou 184,7 milhões de toneladas, informou nesta quinta-feira, 10, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A estimativa supera em 0,7% a prevista em junho, com 1,8 milhão de toneladas a mais de grãos.

Os produtores brasileiros semearam 61,1 milhões de hectares na safra agrícola de 2017, 7,1% mais que em 2016, cuja área somou 57,1 milhões de hectares. Em comparação à estimativa de junho, a área cresceu 0,1%, o equivalente a 74,5 mil hectares a mais.

A produção nacional de soja será 19,7% maior este ano do que a obtida em 2016, segundo o IBGE. A área colhida aumentou 2,3%. O milho deve ter um salto de 56,1% na produção em 2017, com aumento de 18,4% na área. Já o arroz terá crescimento de 16,3% na produção, e elevação de 4,0% na área a ser colhida.

O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos agrícolas do País, responsáveis por 93,6% da estimativa da produção brasileira em 2017 e 87,9% da área a ser colhida.

A produção nacional de milho e de soja será maior do que o esperado em junho. A safra de soja será 0,2% superior ao previsto anteriormente, enquanto que a estimativa para o milho subiu 1,7%. A produção de milho de primeira safra aumentou 1,0%, e a segunda safra cresceu 2,1% em relação à previsão anterior.

Os demais avanços registrados na passagem de junho para julho foram na laranja (16,0%), feijão 3ª safra (5,3%), algodão herbáceo (2,0%), café canephora (1,6%), feijão 1ª safra (1,6%), café arábica (1,5%), arroz (1,2%) e cana-de-açúcar (1,2%).

Na direção oposta, houve redução nas estimativas para o feijão 2ª safra (-0,9%) e o trigo (-6,5%).



IBGE prevê em julho novo recorde para a safra agrícola de 2017
Nova estimativa é de que sejam produzidas 242,1 milhões de toneladas este ano, um avanço de 31% frente a 2016; supersafra ajudou a melhorar o PIB do 1º trimestre.



Por Taís Laporta, G1
10/08/2017 09h01  Atualizado há 9 horas

Previsão é de avanço de 31,1% frente à produção agrícola de 2016 (Foto: Giuliano Gomes/PR Press)

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) elevou mais uma vez, em julho, sua previsão de recorde para a safra agrícola de 2017. O órgão revisou nesta quinta-feira (10) sua estimativa para a produção em 242,1 milhões de toneladas, um avanço de 31,1% frente a 2016.

O volume estimado em julho é 0,7% maior que a previsão feita no mês anterior, quando o IBGE projetou uma safra de 240,3 milhões de toneladas para o ano.
As culturas da soja (115,0 milhões de toneladas) e do milho (99,4 milhões) são as grandes responsáveis pelo aumento de 57,4 milhões de toneladas em relação a 2016, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola do IBGE. O arroz, a cevada, o feijão e o sorgo também se destacaram em julho.

O clima chuvoso beneficiou as lavouras em todo o país, ao contrário de 2016, quando houve escassez de chuvas, principalmente no Cerrado

Por sua vez, o café, que teve uma queda 7% na produção frente a 2016, surpreendeu com uma safra melhor que o esperado, prevista em 2,8 milhões de toneladas, ou 47,2 milhões de sacas de 60kg.

O clima chuvoso beneficiou as lavouras em todo o país, ao contrário de 2016, quando houve escassez de chuvas, principalmente no Cerrado, disse o pesquisador do IBGE, Carlos Antonio Barradas, em comunicado do órgão.

O aumento dos preços também estimulou a produção, segundo Barradas. “Os preços elevados dos principais produtos da agricultura brasileira, nas épocas do plantio da atual safra (safra verão e 2º safras), notadamente soja, milho, arroz e feijão, incentivaram os produtores a ampliarem a área plantada e a investirem em mais tecnologia de produção”.

Destaque no PIB

Nos três primeiros meses de 2017, a safra recorde tirou a economia de um ciclo de oito trimestres seguidos de queda, enquanto a indústria cresceu abaixo do esperado e serviços estagnou. O PIB da agropecuária cresceu 13,4% no primeiro trimestre, o maior alta em mais de 20 anos. Esse avançou puxou a alta de 1% da economia brasileira no primeiro trimestre.

No ano passado, o setor encolheu 6,6%, a maior retração dos três setores do PIB, prejudicado pela colheita fraca de cana-de-açúcar, soja e milho. Juntas, estas culturas somam quase 60% da produção agrícola do país.


O bom resultado da agropecuária não deve ficar restrito ao primeiro trimestre. A CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) estimava no começo de junho em 8,5% a alta o PIB do setor em 2017. A consultoria MB Associados calculava um avanço de 8% em 2017.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Futebol, islamização e burrice



Futebol, islamização e burrice




Gabriel J. Wilson

            Futebol, islamização e burriceMilhões de franceses estão estupefatos pela notícia segundo a qual o jogador brasileiro Neymar teria sido transferido do clube de futebol Barcelona para o Paris St-Gemain pela astronômica quantia de 220 milhões de euros. No momento em que escrevo, um euro vale 3,6907 reais em câmbio oficial. O leitor faça as contas… Assim, Neymar estaria recebendo um euro por segundo… É razoável?

            Os torcedores (em sua maioria bobôs parisienses e imigrantes do Oriente Médio e Norte da África) exultam e já sonham com um Paris St-Gemain campeão da Europa, graças ao dinheiro do Qatar.

           Futebol, islamização e burrice Leio na página web Boulevard Voltaire que o clube espanhol vendedor é patrocinado pelo Emirado do Qatar, que é também proprietário do clube francês… E que esse pequeno país do petróleo seria acusado, inclusive pela Arábia Saudita, de financiar o terrorismo islâmico mundial! Assim, os promotores da alegria dos estádios seriam também os responsáveis pelos atentados que enlutaram Paris, Nice e outros lugares.

Algum leitor me objetará que é incoerente. Mas alguém já viu coerência na religião muçulmana? Eu só vejo uma, e vem do inferno: eles querem a todo custo submeter o mundo, ainda que este se afogue num mar de sangue. E nessa ânsia de domínio, já os vejo esgueirar-se também no Brasil, onde já se instalaram num quisto formado na tríplice fronteira (Argentina e Paraguai), onde podem movimentar-se à vontade num território já dominado por máfias que dispõem de armas de guerra.

Pessimismo? – O futuro responderá.

Não sou contra o futebol nem outro esporte. Mas vejo que, no Brasil, ele recebe uma publicidade e assume um fanatismo que mata muitas qualidades potenciais em milhões de brasileiros, desviando-as para uma torcida que tira de suas mentes qualquer coisa um pouco mais séria. Assim, um povo inteligente deixa de se aplicar às coisas importantes para entregar-se exclusivamente a esse prazer frustrante que é a torcida. E torna-se cobaia dos espertalhões, que o conduzem pelo nariz. E nesta última operação entra em cena a classe política.

Há tantas formas agradáveis e saudáveis de divertir-se. Por que entregar-se a um esporte que é visivelmente manipulado para encobrir ações escusas, por exemplo, no campo da política e da administração pública? Desculpem-me, meus compatriotas. Não seria mais interessante cultivar flores, escalar montanhas ou contemplar as ondas do mar, do que aquele frenesi de marcar ou não um gol?


O que mais me preocupa é que isso seja feito para emburrecer um dos povos mais inteligentes da terra…

Fonte: Agência Boa Imprensa

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Análise diferente sobre Temer



Uma análise diferente sobre Temer

Antonio Jorge Faria Gomes

"Por mais que o presidente Michel Temer não tenha conquistado altos índices de popularidade, uma coisa todos devem concordar: nenhum presidente da história do país sofreu ataques tão implacáveis de origens tão distintas e conseguiu se manter de pé como ele. Temer foi alvo de ações ferozes e letais sorrateiramente planejados por setores do judiciário, incluindo a PGR e o STF, de quase toda a imprensa brasileira, dos artistas, dos partidos de esquerda e de formadores de opinião nas redes sociais e, pelo menos até o momento, conseguiu resistir até com certa elegância".

Neste caso, o mérito por ter resistido a forças tão devastadoras é todo de Temer e de mais ninguém. Os empregados da Globo ficaram esbaforidos de tanto que pediram a renúncia do presidente e, nada. Nem a Globo, nem os artistas, nem Janot, nem Fachin, ou o silêncio de Cármen Lúcia, os partidos de esquerda, todos os movimentos sociais e sindicais do Brasil conseguiram convencer a população a ir para as ruas pedir a renúncia de Temer.

Por outro lado, diante de uma tempestade de ataques tão vigorosos vindo de todas as direções, Temer ainda conseguiu manter sua base política coesa, a ponto de até o PSDB, um partideco tão sem moral quanto o PT, ter pensado duas vezes antes de desembarcar de seu governo.

A pergunta que fica é a seguinte: de onde vem a força do mordomo?

A resposta é bem simples. -Afinal, os brasileiros viveram quase 14 anos como reféns de uma organização criminosa que tinha planos de se perpetuar no poder - Temer foi o cara que puxou o tapete dessa gente.

O inexpressivo e até tímido MORDOMO, chamado de fraco por Dilma e Lula, deu uma lição nos petistas e se revelou o Senhor do Congresso.

Corrupto ou não, Temer foi pragmático e teve muita coragem de enfrentar uma organização criminosa como o PT.

Logo que assumiu o poder, Temer lavou a alma dos brasileiros e mexeu com interesses poderosíssimos. Demitiu mais de 20 mil petistas que viviam dependurados na máquina pública, acabou com a mamata dos artistas petistas que viviam das verbas da Lei Rouanet, cortou verbas públicas para jornalistas de aluguel, sites petistas e todos os blogs sujos da esgotosfera, não aliviou Lula dos objetos que ele roubou dos Palácios do Planalto e Alvorada, cortou os 80 motoristas de Dilma, acabou com a farra das grandes empresas no BNDES, magoou bancos reduzindo juros, rompeu contratos com empresas amigas do PT e propôs quebrar as pernas de mais de 13 mil sindicatos do Brasil através da extinção da contribuição sindical obrigatória. Lula chegou a chorar, reclamando que Temer estava destruindo o que ele levou anos para construir.

Como se não bastasse, Temer conseguiu tirar o Brasil da pior recessão em mais de cem anos, reduziu a inflação, conteve a escalada do dólar, reduziu Juros e o país já estava começando a gerar empregos com carteira assinada. Por três meses consecutivos. Até que veio a tentativa de golpe.

Fiando-se nos baixos índices de popularidade de Temer, a Globo e o PT acharam que o derrubariam com um espirro. Juntaram-se aos bandidos da JBS e armaram um conluio com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin. Janot até encarregou seu braço direito na PGR para orientar Joesley Batista, que conseguiu um belíssimo acordo de delação premiada. Os golpistas devem ter aberto até champanhe na véspera do dia 17 de maio, para comemorar a derrubada de Temer e os lucros que teriam especulando no mercado financeiro.

Mas as coisas não saíram como planejado. O MORDOMO se empertigou todo e resistiu ao golpe. Temer não apenas não renunciou, como deu início a uma das mais implacáveis ondas de retaliação contra o grupo JBS do criminoso confesso Joesley Batista. Em uma sequência devastadora de ataques, Temer encerrou uma linha de crédito de R$ 9 bilhões que a J&F tinha na Caixa Econômica, cancelou um contrato de fornecimento de gás da Petrobras para uma termelétrica do Grupo e elevou o teto das multas da Comissão de Valores Mobiliários de R$ 500 mil para R$ 500 milhões. A JBS é alvo de nada menos que nove inquéritos na CVM. Temer literalmente quebrou as pernas de Joesley Batista.

Inconformados com o fracasso do golpe, Janot, a Globo e a JBS se levantaram, sacudiram a poeira e voltaram para a segunda onda de ataques contra Temer. O MORDOMO não se intimidou e prosseguiu retaliando seus detratores de forma impiedosa. Ao ser denunciado por Janot esta semana, Temer demonstrou que não está disposto a ceder a pressões e partiu para cima do procurador.

Temer chutou o pau da barraca e expôs Janot de forma cruel, ao insinuar que ele recebeu dinheiro por meio do ex-procurador Marcelo Miller, que deixou o Ministério Público Federal para atuar em um escritório de advocacia que negociou o acordo de leniência da JBS.

Talvez os milhões de honorários recebidos não fossem apenas ao assessor de confiança [Miller], mas eu tenho responsabilidade e não farei ilações. Tenho a mais absoluta convicção de que não posso denunciar sem provas", disse Temer, referindo-se ao ex-procurador como "homem da mais estrita confiança" de Janot.

Temer demonstrou que não tem nada de bonzinho ao mencionar a queda de Janot pelo álcool e  disse que o procurador realizou um "trabalho trôpego". Mais adiante, Temer foi ainda mais explícito ao lançar mão do termo embriaguez, referindo-se ao trabalho sujo de Janot na denúncia:

"As regras mais básicas da Constituição Federal não podem ser esquecidas e jogadas no lixo, tripudiadas pela embriaguez da denúncia, que busca a revanche a destruição e a vingança. E ainda assim fatiam a denúncia para provocar fatos contra o governo, querem parar o país e parar o Congresso Nacional, em uma ato político de denúncias frágeis e precárias", declarou Temer, ressaltando que tem disposição em continuar no cargo".

Uma coisa não se pode negar: o MORDOMO não é tão bobinho assim como muitos imaginam. E apesar de sua baixíssima popularidade, parece que o povo não está muito disposto a ir para às ruas pedir sua renúncia.

Se Temer sobreviver até 2018, pode continuar dando muito trabalho para toda essa gente."  Pleno acordo, essa trama vai perder e o Brasil vai ganhar com Temer contra pt, psdb e o lixo esquerdista.



Noruega se imiscuindo no Brasil: Religiosos decidem sobre florestas brasileiras



Iniciativa 'interreligiosa' esquerdista patrocinada pelo governo 

da Noruega e se imiscui na vida do Brasil

 Luis Dufaur(*) 


Uma Iniciativa Inter-religiosa da Floresta Tropical, promovida pelo Ministério do Clima e Ambiente da Noruega, reuniu em Oslo líderes de diversas crenças e povos, como os pigmeus africanos e etnias indígenas sul-americanas.

O inédito encontro se inseriu numa longa série de ingerências de governos e ONGs internacionais no Brasil e em outros países.

O governo norueguês vai cortar em 2017 pelo menos 50% de suas doações ao Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES, aduzindo o aumento no desmatamento nos últimos dois anos.

O ministro norueguês do Meio Ambiente, Vidar Helgesen, agradeceu o apoio que essas ingerências encontram em líderes religiosos locais.

Em lugares onde o Estado não tem presença ou controle, sempre há comunidades de fé. Sempre há uma igreja ou outro lugar de adoração. Essa infraestrutura é um recurso que pode ser mobilizado em favor das florestas de uma forma mais consistente”, disse.


Mons. Sánchez Sorondo representou o Vaticano
na Iniciativa 'interreligiosa' de ambientalistas de esquerda

Segundo a “Folha de S. Paulo”, Sônia Guajajara, coordenadora da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) achou que a iniciativa não foi suficientemente radical.

Ela aguardava um intervencionismo mais extremado e especificamente político voltado contra as tendências conservadores no País, especialmente no Congresso nacional.

Em discurso no Centro Nobel da Paz, ela atacou a atuação das igrejas cristãs nas aldeias brasileiras e a aliança no Congresso das bancadas evangélica e ruralista, contrárias a mais demarcações de terras.

Desta maneira, o destino soberano do Brasil ficou no centro das críticas de poderes e militâncias ricas estrangeiras associadas ao comuno-tribalismo brasileiro.

Primeiro, fomos mortos pela Igreja Católica”, exagerou demagogicamente Sônia.


“Hoje, mais uma vez, somos mortos pelos evangélicos, que entram nas aldeias e tentam induzir as suas religiões”, radicalizou. Ela não fez senão acionar o realejo comuno-tribalista.

Apresentada pela mídia como líder dos guajajaras, etnia do Maranhão, ela deblaterou contra evangélicos e ruralistas como sendo “uma coalizão que pode ter muita força” e atacou a orientação dos evangélicos porque “eles têm de se preocupar em salvar vidas, e não almas”.

Essa sempre foi a orientação da Igreja Católica, a grande evangelizadora da Amazônia, que nunca descuidou, pelo contrário, introduziu ativamente todos os fatores de civilização material hoje verberados pelo ativismo anarquista, ambientalista e progressista.

O único participante evangélico brasileiro foi o pastor Ariovaldo Ramos, de tendência progressista.



Sônia Guajajara deblaterou contra bancadas ruralista e evangélica

e reivindicou o legado ideológico do PT e do CIMI.

Nesse ambiente, a imensa maioria dos líderes de tendência religiosa conservadora não estava convidada. E nem podia estar, em vista da tendência subversiva da reunião.

O pastor Ariovaldo disse por sua própria conta que “assina embaixo” as críticas de Guajajara às bancadas tripudiadas, mas afirmou que muitos religiosos têm um papel importante de proteção aos povos indígenas.

“Há tribos inteiras evangélicas. Graças a isso, preservaram a sua identidade, a sua língua, a sua cultura e agora têm gerado líderes”, afirmou Ramos.

Não pôde acrescentar as tribos trabalhadas pelo CIMI católico, pois essa dependência da CNBB não quer que índio algum se converta à religião de Nosso Senhor Jesus Cristo, nem nada que se lhe pareça.

No final do encontro, o grupo integrado por representantes de 21 países aprovou declaração para “formar uma aliança internacional multirreligiosa em prol das florestas tropicais, voltada para o cuidado destas florestas e das pessoas que as protegem e habitam”.

As fórmulas arredondadas são para o papel, pois para a vida real ficou valendo mais um apoio à subversão comuno-tribalista e mais um iniciativa contra a soberania do País.

Na mesma Noruega, o presidente Temer foi vaiado por ativistas ambientalistas. O protesto foi uma derivação de dita aliança de indígenas e ONGs europeias que querem tirar do Brasil o livre governo de suas florestas, noticiou “Época”.

O instrumento de pressão do momento é o corte de recursos que o governo norueguês concedia liberalmente sob o pretexto de proteção do meio ambiente amazônico e dos direitos indígenas.


Um esquálido magote de 30 pessoas se manifestou diante da sede do governo norueguês, com cartazes e um coro de “Fora Temer” que soava como estribilho do PT.

Os líderes ambientalistas apontaram seus ataques especialmente para a bancada ruralista no Congresso. “Vemos um constante e sistemático ataque ao meio ambiente nesse governo”, disse a própria Sônia Guajajara.

Nesse contexto altamente ideológico as verbas da Noruega são indesejáveis para o Brasil, mas o corte foi deplorado pela agitação comuno-tribalista.

Muitos grupos indígenas são beneficiados pelos recursos. O corte, portanto, significa o enfraquecimento de iniciativas dos indígenas e problemas para a implementação de gestão territorial”, admitiu Sônia, prevendo uma diminuição da subversão.

Em função de um acordo com a administração petista de 2008, a Noruega liberou mais de US$ 1,1 bilhão, mas nos dois últimos anos reduziu para R$ 196 milhões, alegando o desmatamento, tema que não cabe a governo algum do exterior decidir.

O ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, culpou o PT e disse que só Deus poderia garantir que não haverá desmatamento. “Pior que culpa passada é culpa de Deus”, revidou Sônia, salvando o PT e transparecendo um fundo anticristão.

Sarney Filho garantiu a três ONGs norueguesas que não apoiará qualquer redução de áreas de proteção.

Anna Lovold, da ONG Rainforest Foundation, relatou as promessas do ministro, mas manifestou que as ONGs compinchas não têm confiança nessas promessas e por isso promoveram o protesto, aliás pífio.

Ameaçou que se o Brasil não mostrar resultados como as ONGs querem, o Fundo da Amazônia precisa fechar. “Não vamos poder apoiar o fundo”, disse.

Teria sido coerente se reclamasse do BNDES um fundo para proteger as florestas boreais e financiasse a defesa dos direitos dos esquimós, que certamente ninguém acha que estejam em perigo.

O presidente da Rainforest Foundation, Lars Bjordnal, sublinhou o “risco” que há no corte de dinheiro.


Sônia Guajajara é premiada por Dilma Rousseff, Planalto, novembro de 2015
(Foto Valter Campanato-Agência Brasil)

Afinidades ideológicas e cumplicidades velhas e profundas

De fato, o Brasil ficou de mãos livres para decidir sobre seu território, sem a interferência milionária de valores dispostos para uso de grupos de pressão de esquerda, altamente ideologizados.

Simultaneamente, o ministro de Meio Ambiente norueguês, Vidar Helgesen, declarou em entrevista à “Folha de S. Paulo” seu contentamento com a política petista em matéria de desmatamento. E desqualificou a linha política assumida pelo País após o impeachment de Dilma Rousseff.

“Temos visto – disse – um desenvolvimento preocupante nos últimos dois anos”. “O Brasil tem a maior floresta tropical do mundo. Além disso, dado o progresso da última década, estabeleceu um exemplo para outros países”.

E em referência à escandalosa derrubada do lulopetismo, explicou: “Esperamos que o que vimos recentemente no Brasil não venha a alterar a imagem global de um país bem-sucedido no combate ao desmatamento”.

Também a primeira-ministra norueguesa, Erna Solberg, “expressou preocupação” com o desmatamento na Amazônia e confirmou o corte do financiamento para a movimentação comuno-verde de pelo menos R$ 166,5 milhões neste ano, acrescentou a “Folha de S. Paulo”.

Rodeada pelo pequeno magote de profissionais da agitação de rua, Sônia Guajajara teria também deplorado que “há no Congresso quase 20 medidas que flexibilizam o licenciamento ambiental. E a gente sabe que o interesse maior é flexibilizar para poder aumentar a expansão da pecuária e das monoculturas”.

Em suma, se as medidas forem aprovadas, o Brasil pode esperar uma melhoria na produção de alimentos, beneficiando as próprias populações indígenas e sua qualidade de vida.



(*) Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs






Luz amarela para urnas eletrônicas. Pena que foi tarde demais!


Segurança de urna digital acende 
luz amarela no Brasil


Foi realizada há poucos dias a maior conferência "hacker" do planeta, a Defcon, que acontece anualmente em Las Vegas, nos EUA.

Nesta edição, a novidade foi que hackers investigaram pela primeira vez a segurança das urnas eletrônicas. A conclusão não é animadora. Todos os modelos testados, invariavelmente, foram facilmente invadidos em menos de duas horas.

Esse experimento acende uma luz amarela para o Brasil, grande usuário de urnas digitais, especialmente em face das eleições vindouras.

A Defcon acontece desde 1993. Neste ano, atraiu mais de 20 mil pessoas, incluindo profissionais de segurança, advogados, jornalistas, agentes governamentais e, obviamente, hackers.

A decisão de se debruçar sobre as urnas eletrônicas decorre de um contexto em que ciberataques internacionais estão se tornando cada vez mais comuns nos processos eleitorais das democracias do Ocidente. Nesse cenário, qualquer sistema digital pode ser vítima de manipulação, e as urnas não são exceção.

Mais de 30 máquinas foram testadas, de várias marcas e modelos, incluindo Winvote, Diebold (que fabrica as urnas brasileiras), Sequoia ou Accuvote.

Algumas foram hackeadas sem sequer a necessidade de contato físico, utilizando-se apenas de uma conexão wi-fi insegura. Outras foram reconfiguradas por meio de portas USB. Houve casos de aparelhos com sistema operacional desatualizado, cheio de buracos, invadidos facilmente. O fato é que todas as urnas testadas sucumbiram.

Nas palavras de Jeff Moss, especialista em segurança da internet e organizador da conferência, o objetivo do experimento foi o de "chamar a atenção e encontrar, nós mesmos, quais são os problemas das urnas. Cansei de ler informações erradas sobre a segurança dos sistemas de votação".

Um problema é que a manipulação de uma urna digital pode não deixar nenhum tipo de rastro, sendo imperceptível tanto para o eleitor quanto para funcionários da justiça eleitoral.

Uma máquina adulterada pode funcionar de forma aparentemente normal, inclusive confirmando na tela os candidatos selecionados pelo eleitor. No entanto, no pano de fundo, o voto vai para outro candidato, sem nenhum registro da alteração.

Há medidas para se evitar esse tipo de situação. Por exemplo, permitir que as urnas brasileiras possam ser amplamente testadas pela comunidade científica do país, em busca de vulnerabilidades. Quanto mais gente testar e apontar falhas em uma máquina, mais segura ela será. Outra medida é fornecer mais informações públicas sobre as urnas. No site do TSE, o único documento sobre segurança é um gráfico que não serve para qualquer tipo de análise.


Nenhuma dessas soluções está em prática hoje no Brasil. Com isso, ou acreditamos que as urnas brasileiras são máquinas singulares, muito superiores àquelas utilizadas em outros lugares do planeta, ou constatamos que elas são computadores como quaisquer outros, que se beneficiariam e muito de processos de transparência e auditabilidade.

domingo, 6 de agosto de 2017

Brasil: produtor de alimentos e protetor do ambiente.


Vegetação nativa bem protegida por 

produtores brasileiros


Evaristo Miranda

Um dos principais produtores de alimentos, energia e fibras, o Brasil também se destaca na preservação ambiental, com mais de 66% de seu território coberto por vegetação nativa. Esse número sobe para quase 75% se as áreas de pasto nativo do Pantanal, Pampa, Caatinga e Savana estiverem incluídas.

Toda a produção de grãos (milho, arroz, soja, feijão), fibra (algodão, celulose) e agroenergia (cana-de-açúcar, florestas de energia) ocupa apenas 9% do território brasileiro. Os produtores rurais destinam mais áreas à preservação da vegetação nativa em suas propriedades (20,5% do território brasileiro) do que todas as unidades de conservação juntas (13%).

Esses dados da Embrapa resultam, principalmente, de informações do Cadastro Ambiental Rural (CAR), criado pelo Código Florestal, que acaba de completar cinco anos. Mais de 4,1 milhões de propriedades rurais, totalizando mais de 410 milhões de hectares, foram registradas no Serviço Florestal Brasileiro até maio de 2017.

Os agricultores detalharam em mapas, com base em imagens de satélite, o uso de ocupação da terra, conforme previsto pelo Código Florestal. Em uma comparação com a Declaração de Imposto de Renda, é como se o contribuinte precisasse descrever, na planta de sua casa, como cada peça do mobiliário está disposta e qual o uso de cada cômodo. 

Na Amazônia, por exemplo, o contribuinte terá que mostrar que 80% da propriedade não está em uso, e foi separada como reserva legal. E também que conserva e paga impostos por todas as áreas, inclusive a porção de 80% cujo uso está proibido.

Considerando a área agrícola registrada no CAR, é possível diagnosticar que os produtores brasileiros destinam à preservação muito mais áreas do que todas as unidades de conservação. Na região Sul do Brasil, os agricultores preservam 26% de suas terras, um número bem acima do que requer o Código Florestal (20% nessa região).

Na região Sudeste – com exceção do Espírito Santo, onde os dados ainda não estão disponíveis – os agricultores preservam 29% de sus terras, acima do que determina o Código Florestal (20% na região). No Centro-Oeste – com exceção do Mato Grosso do Sul, cujos dados também não estão disponíveis – percentagem maior do que a que o Código Florestal determina está preservada: 49% das terras (20% é o exigido pelo Código). 

No Norte, apenas a agricultura do Tocantins preserva mais do que as unidades de conservação. Dentro de suas propriedades, os agricultores apresentam uma taxa de preservação da vegetação nativa de 56%. 

Nos outros estados amazônicos, a preservação ambiental é ampla: 71% do Amapá, 53% do Amazonas, 47% do Acre, 66% de Roraima e 50% do território do Pará – e há extensas áreas cobertas por floresta tropical em terrenos baldios. 

No Nordeste brasileiro, estima-se que 36% das propriedades rurais se registraram no CAR, o suficiente para indicar o papel dos agricultores na preservação da vegetação. Na maioria dos estados do Nordeste, os produtores destinam à preservação da vegetação nativa mais de 50% das propriedades, quando apenas 20% é o requisitado (exceto em parte do Maranhão).

É importante destacar que se a vegetação nativa do Pantanal, Caatinga e Cerrados for adicionada às áreas de vegetação nativa preservadas e protegidas, o total alcançaria quase 75% do território nacional. E essa percentagem tende a aumentar quando os dados do Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e do Nordeste estiverem disponíveis.

Este enorme esforço de preservação ambiental em propriedades rurais beneficia toda a nação. Desde 1990, há discussão sobre o pagamento por serviços do ecossistema. 

Os brasileiros defendem a proteção do meio ambiente em áreas rurais, o que é justo, mas a responsabilidade e os custos relativos a imobilizações e manutenção dependem inteiramente dos produtores. 

O conjunto de produtores rurais merece, pelo menos, maior conhecimento sobre sua realidade e reconhecimento pelo papel desempenhado na produção de alimentos e na proteção do ambiente. 

Evaristo de Miranda é Chefe da Embrapa Monitoramento por Satélite





sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Quem se lembra da loucura do georreferenciamento do PT?


Instrução Normativa simplifica cadastro de 

imóveis rurais



O Diário Oficial da União desta terça-feira (1º) traz publicada a Instrução Normativa Conjunta 1.724/2017 da Receita Federal e do Incra que integra a coleta de dados sobre imóveis rurais nas duas instituições. 

A medida estabelece prazos e procedimentos para atualização do Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR) e do Cadastro de Imóveis Rurais (Cafir). O serviço estará disponível ao cidadão a partir de 7 de agosto.

A Instrução Normativa cria o serviço "Vincular Nirf" no sistema eletrônico online do Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (CNIR), disponível no portal do Cadastro Rural - www.cadastrorural.gov.br

A ferramenta eletrônica possibilita a integração a partir da vinculação do código do imóvel rural no SNCR/Incra ao correspondente número do imóvel na Receita Federal (Nirf). O procedimento será feito pelo próprio cidadão por meio das informações prestadas por meio da internet no portal Cadastro Rural.


O procedimento de vinculação dispensa a apresentação de solicitação de atos cadastrais perante o Cafir e desburocratiza o processo. A atualização dos dados do imóvel rural será feita de forma automática com base nas informações prestadas por meio da Declaração para Cadastro Rural (DCR) do SNCR, disponível em www.cadastrorural.gov.br.

Receita e Incra

Para o presidente do Incra, a medida desburocratiza a vida do proprietário rural. “O esforço implementado pelos técnicos do Incra e da Receita busca reduzir o tempo gasto pelo proprietário para fornecer informações sobre o imóvel. Ele não precisará mais acessar dois sistemas distintos e fornecer as mesmas informações”, salienta Góes.

Os contribuintes que já fizeram a vinculação dos imóveis com base na regra anterior não precisam apresentar a solicitação de atualização cadastral.

Fonte: Assessoria de Comunicação INCRA


http://www.codigoflorestal.com/2017/08/instrucao-normativa-que-simplifica.html