segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

NASA CONFIRMA: PRESSÃO ECOLÓGICA SOBRE AGRICULTURA BRASILEIRA É PURA MANIPULAÇÃO!


NASA confirma: pressão ecológica sobre agricultura brasileira é pura manipulação.


Não deixe de ver. O Blog GPS do Agronegócio sempre sustentou isso. Evaristo E. de Miranda, da Embrapa, também não para de afirmar isso. Não deixe de ver a notícia no endereço abaixo: 


https://youtu.be/9DaYsBNGrXk

sábado, 13 de janeiro de 2018

Que brasileiro pode afirmar hoje que possui alguma coisa?


Ameaça Grave ao Direito de Propriedade: Lei autoriza União bloquear bens 
sem Ordem Judicial
por paulo eneas

Lei Federal publicada nessa quarta-feira possibilita ao poder executivo, por intermédio da Procuradora Geral da Fazenda Nacional, determinar o bloqueio de propriedades sem a necessária decisão judicial. A medida é claramente inconstitucional e representa uma grave ameaça ao direito de propriedade no Brasil, direito esse que já encontra-se bastante fragilidade e relativizado no texto constitucional, uma vez que ele fica condicionado à chamada função social da propriedade, um embuste retórico socialista encrostado em nossa Carta Magna destinado unicamente a facilitar a expropriação de bens.

A lei em questão é a Lei No 13.606 que trata do parcelamento do Funrural, outra estrovenga socialista presente em nosso ordenamento jurídico destinado a açodar proprietários rurais. Uma decisão igualmente inconstitucional tomada pelo STF no final do ano passado possibilitou que o imposto devido por produtores rurais relativos a esse fundo passasse a ser cobrado retroativamente em cinco anos.
Com essa decisão, da noite para o dia milhares de produtores viram-se com dívidas fiscais enormes com a União, o que levaria a uma quebradeira generalizada no setor rural acarretando explosão inflacionária nos preços dos alimentos.  O acordo de parcelamento dessas dívidas feito no ano passado mitigou em parte o problema, apesar de a grande imprensa ter noticiado esse parcelamento de maneira mentirosa e desonesta, como sempre faz quando diz respeito a assuntos do campo.
Uma medida de natureza bolchevique
A Lei No 13.606 aprovada traz um artigo que possibilita a um burocrata procurador do Estado, à revelia de qualquer decisão judicial, averbar certidão de dívida ativa junto aos órgãos de registro de bens, tornando portanto indisponível o bem do devedor do Fisco. Trata-se na prática de uma forma de expropriação independente de qualquer decisão judicial, ainda que a dívida fiscal em questão não tenha qualquer relação com a propriedade indisponibilizada.

A medida corresponde à doutrina comunista de que a expropriação da propriedade privada será feita pelo Estado não necessariamente pela força das armas, mas pela força da lei no âmbito das medidas fiscais e tributárias. 
É importante observar que a medida é distinta da situação em que um ente privado adquire um bem de outro ente privado por meio de financiamento e, não sendo capaz de honrar com o compromisso financeiro, dá ao vendedor ou financiador o direito legítimo de reaver o bem anteriormente vendido. Mesmo nesse caso, a retomada do bem por parte do vendedor depende de decisão judicial.
O cinismo esquerdista dos procuradores
O que a nova lei traz é outra coisa: a possibilidade de o Estado indisponibilizar uma propriedade por conta de dívida tributária não necessariamente relacionada à propriedade; e executar essa expropriação independente de qualquer processo judicial. Os procuradores que falaram sobre o tema exibiram todo o cinismo típico de burocratas do Estado ao afirmar que a lei é positiva por reduzir litígios.

Por redução de litígios, os procuradores querem dizer que celebram o fato de poderem indisponibilizar monocraticamente e burocraticamente uma propriedade, sem o aborrecimento de um processo judicial onde teriam que arguir as razões (como se existisse alguma) para essa expropriação e submeterem-se à decisão de uma terceira parte, a Justiça, para esta ação de execução.
É imprescindível que esse artigo da lei seja contestado devido a sua flagrante inconstitucionalidade. A medida corresponde a mais um passo no sentido de extinguir de vez qualquer segurança jurídica no país no que diz respeito ao direito de propriedade no país, e representa um capítulo a mais na implantação da agenda comunista-globalista no ordenamento jurídico brasileiro.
Com informações de Valor Econômico. #CriticaNacional #TrueNews

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

É preciso resgatar a Embrapa



É preciso resgatar a Embrapa
Empresa vê-se perdida ante enorme pulverização de seus projetos de pesquisa, estando poucos deles alinhados, de fato, com as novas necessidades dos produtores agropecuários
 O Estado de S.Paulo
Não é de hoje que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) sofre com desorientação, tanto do ponto de vista administrativo como estratégico. Uma das únicas empresas estatais que dependem exclusivamente de recursos do Tesouro Nacional para funcionar, a Embrapa vê-se perdida ante uma enorme pulverização de seus projetos de pesquisa – mais de mil ora em desenvolvimento –, estando poucos deles alinhados, de fato, com as novas necessidades dos produtores agropecuários.
Além disso, uma estatal com 10 mil servidores espalhados por 47 unidades, em quase todos os Estados, e com orçamento anual de cerca de R$ 3,5 bilhões deveria zelar melhor pelo emprego de seus recursos, sejam humanos ou financeiros, ao direcionar suas linhas de pesquisa tendo como norte o interesse público.
Anestesiadas por um passado de glórias – justificáveis, é importante frisar –, sucessivas direções da empresa, desde a década de 1990, foram incapazes de reagir à altura dos novos desafios que se lhes impuseram. Com a atual administração não parece ser diferente. 
A Embrapa, hoje, escora-se em uma suposta preponderância no sucesso do agronegócio brasileiro para se esconder sob o manto da excelência de outrora e pairar acima de qualquer escrutínio público, o que é absurdo, evidentemente.
A responsabilidade por esse estado de coisas recai em grande medida sobre o sr. Lula da Silva, que quando ocupou a Presidência da República aparelhou a estatal – mais uma – a fim de permitir a reorientação de seus projetos de pesquisa pautando-se por objetivos estritamente político-ideológicos, desviando o bom rumo que a empresa vinha trilhando para reposicioná-la na direção do agronegócio familiar.
Não por acaso, nada menos que dois terços do quadro de pesquisadores da Embrapa foram trocados por meio de concursos públicos realizados durante os governos lulopetistas. Cabe indagar que critérios levaram à seleção de novos pesquisadores pouco familiarizados com as reais necessidades da produção agropecuária.
 Em um artigo escrito para o Estado (ver Por favor, Embrapa: acorde!, publicado em 5/1/2018), o sociólogo Zander Navarro, que foi um dos mais capacitados pesquisadores da Embrapa, expôs de forma muito consistente as razões que o levam a crer que a estatal está sob sérios dilemas administrativos e, ainda mais preocupantes, morais.
Em um país que se pretende democrático, as reflexões que o artigo de Zander Navarro suscita, tanto sobre o futuro da Embrapa como o próprio papel do Estado na economia, seriam recebidas com a devida atenção e provocariam um debate de alto nível sobre a premente necessidade de resgate de uma de nossas mais importantes empresas públicas. 
Não foi o que ocorreu. A resposta ao artigo dada pela direção da Embrapa foi a demissão sumária de seu autor, acusado de “ignorar sistematicamente os códigos de ética e de conduta da Empresa”, como foi dito por Maurício Antônio Lopes, presidente da empresa, em comunicado interno obtido pelo Estadão/Broadcast.
O incidente não é um simples caso de indisciplina funcional, facilmente resolvido com a demissão do funcionário sedicioso. Antes de tudo, é uma questão de orientação estratégica da empresa, que, como dito, perdeu o rumo sob os desígnios do Partido dos Trabalhadores.
Fundada há quase 45 anos, a Embrapa foi uma das grandes indutoras do desenvolvimento do agronegócio no País, junto com os investimentos em pesquisa feitos também pelo setor privado e por universidades. 
Ao contrário destas, com as quais não se confunde, a Embrapa deve se dedicar à pesquisa aplicada e não pode perder de vista, em momento algum, o futuro do agronegócio no País.
Não são poucos os estudos de respeitadas instituições que indicam que o Brasil será o principal produtor de alimentos do mundo em duas ou três décadas. Com esta enorme responsabilidade – e oportunidades comerciais para o País – vêm também grandes desafios, como, por exemplo, o desenvolvimento de modelos de produção cada vez mais eficientes e sustentáveis.
A Embrapa precisa ser resgatada das armadilhas do lulopetismo para, novamente, estar à altura dos desafiadores anos que estão por vir.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Índios: “Não somos vagabundos, nem ligados a ONGs internacionais nem fabricados pelo PT”



Lideranças indígenas pedem exoneração do presidente da FUNAI
10.01.18 13:39


Mais de 170 lideranças entregaram ontem a Michel Temer um ofício pedindo a “exoneração imediata” do presidente da Funai, o general do Exército Franklimberg Ribeiro de Freitas.
O Antagonista teve acesso, com exclusividade, ao documento.
Nele, os índios questionam a capacidade administrativa do gestor da fundação e, ao mencionar Nicolás Maduro e Hugo Chávez, o acusam de ter “ideologias bolivarianas”.
Vejam este trecho:

“Não somos vagabundos, nem ligados a ONGs internacionais nem fabricados pelo PT”
Brasil 10.01.18 15:31


Jocelio Xucuru, uma das mais de 170 lideranças indígenas que assinaram um pedido para o presidente da Funai ser exonerado, disse a O Antagonista que passou da hora de a sociedade saber o que ocorre na fundação.
“Estamos cansados. Não somos vagabundos, nem ligados a ONGs internacionais nem fabricados pelo PT. Esses daí são carrapatos que ficam sugando os índios e o dinheiro público. Para eles, interessa manter essa imagem de que índio é coitadinho, invasor de terra, anda nu, de arco e flecha.”
Xucuru classificou os dirigentes da FUNAI de “oportunistas”, mas, se há dinheiro público envolvido, são “corruptos oportunistas”.
Índios querem invadir prédio da Funai
Brasil 10.01.18 14:05


O Antagonista sabe que, se Michel Temer não atender ao pedido de lideranças indígenas para exonerar imediatamente o presidente da Funai, uma invasão à sede da fundação, em Brasília, já está planejada.

A íntegra do pedido para a exoneração do presidente da FUNAI
Brasil 10.01.18 13:58


Confira aqui a íntegra do pedido para a exoneração do presidente da FUNAI, Franklimberg Ribeiro de Freitas, entregue ontem a Michel Temer e obtido com exclusividade por O Antagonista.
“FUNAI aparelhada para favorecer ONGs nacionais e internacionais”
Brasil 10.01.18 13:51


Ao pedir a exoneração do presidente da FUNAI, lideranças indígenas, enfim, resolveram denunciar o que não é surpresa para muita gente.

Vejam mais este trecho do pedido entregue ontem a Michel Temer e obtido com exclusividade por O Antagonista.

Fonte: O Antagonista

Batalha de Porto Alegre - Acidente com cubanos sacode o continente/ Papa Francisco/ Mapuches...


Batalha de Porto Alegre - Acidente com cubanos
sacode o continente
Acidente gera implicações na Batalha de Porto Alegre, Papa Francisco, Infiltração, Mapuches e muito mais.
 DefesaNet

A indicação do julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em segundo grau, no Tribunal Regional Federal/4 (TRF4), para o dia 24JAN2018, tem movimentado as área de segurança e inteligência brasileira e do continente.Mais ainda com o acidente de um taxi onde morreram 3 migrantes cubanos a caminho do Uruguai, onde uma série de questões começaram a ser feitas.
Colocamos uma série de tópicos para a análise dos leitores de DefesaNet.

Um fato totalmente alheio ao julgamento, o acidente de um taxi do aeroporto de Porto Alegre, na cidade de Santa Vitória do Palmar, cerca de 500km de sua base, em viagem ao Chuy (lado uruguaio), levando um grupo de cubanos, trouxe um outro assunto até então mantido fora dos holofotes. Trata-se de o Brasil ser rota de migrantes cubanos e o Uruguai um ponto intermediário ou final ou processo de infiltração(?)

O Partido dos Trabalhadores (PT) critica com veemência a data do julgamento (24JAN2018), com a alegação de ser precipitada e só tem o objetivo de impedir o ex-presidente de ser candidato nas eleições presidenciais de outubro. Saiba que a data foi escolhida por indicação do próprio Partido dos Trabalhadores. Como todos estes fatos interagem?
1 – Migração de Cubanos
O governo de Raul Castro facilitou a saída de cubanos durante o ano de 2017. Isto gerou um fluxo de migrantes que têm procurado locais em todo o mundo para sua nova morada.
Leis colocadas ainda pelo Governo Obama, restringiram em muito a entrada de cubanos nos Estados Unidos. A Venezuela tem limitado o fluxo ou pela dificuldade de as companhias aéreas internacionais operarem no país ou simplesmente bloqueando o acesso.
No mapa feito pelo jornal Zero Hora, edição 08JAN2018 (íntegra via Scribd abaixo), mostra uma longa rota pelo Brasil até o Uruguai. Observar que tudo tem o início em Roraima, onde a 1ª Brigada de Infantaria de Selva (Bda Inf Sl), está envolvida na missão de regular a entrada dos migrantes venezuelanos e cubanos, mais o fluxo dos indígenas de etnias como a Warao ( Os reflexos da imigração Venezuelana: perfil dos imigrantes, Segurança Pública e Saúde Pública Link)        http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/media/1515519817_rota_cubanos.jpg

2 -  Cubanos – Questões não respondidas
O texto de ZH omite importantes questões, algumas simples e outras complexas:
 - Por qual razão a saída em massa de Cuba? - A que grupo social pertencem? - Como conseguiram dinheiro para as viagens? - Têm ou tiveram ligação com o governo ou Forças Armadas Cubanas? - Quem fornece o apoio a eles no Brasil? Qual a ação das bases de apoio a cubanos, criadas pelo Ministério Público Federal (MPF), em Boa Vista, Manaus, Belém e São Paulo. 
  
3 – Cubanos – Infiltração

A maioria dos migrantes são o que podemos chamar de baixa Nomenklatura, ou uma incipiente Classe Média cubana. A já anunciada saída de Raul Castro do governo, neste ano (2018) motiva a muitos a saírem.
Aproveitando isto o governo tem enviado infiltrados nos grupos de migrantes, agentes da “Dirección de Inteligencia” (DI), anteriormente chamada de “Dirección General de Inteligencia” (DGI). Objetivos são basicamente três: Brasil, Argentina e Chile. O Uruguai é um país para base de operações.

A DI opera com bastante intensidade no Brasil, inclusive em alguns momentos dando segurança para o ex-presidente Luiz Inácio. Na “Batalha Campal” ou “Tentativa de Golpe Institucional”, onde participaria o Presidente da Câmara, de 24MAI2017, em Brasília DF. (ver Guerra Híbrida no Planalto Central Link)

4 – Cubanos Uruguai

A escolha do Uruguai para destino, embora afirmem que queiram ir aos EUA, é significativa. Um governo amigo e instituições políciais e de inteligência mais receptivos.
Um sistema bancário, com funcionamento próximo a paraíso fiscal, com pouco controle, ideal para transferência de valores e lavagem de dinheiro sem muitas explicações.
Sem a necessidade de controle de pasaportes e Visto, e a permeabilidade das fronteiras permitidas pelo MERCOSUL, facilitam o trânsito entra os países da região.
O Uruguai pode ser considerado uma “Base de Operações” segura para ações de infiltração. (ver reportagem no jornal El Pais, Uruguai, Un pueblo desbordado de cubanos Link)
 5 – O G20 – em Buenos Aires
Um dos objetivos do focos de infiltração é preparar ações violentas contra a Reunião do G-20, agendada para 30Nov/01DEZ2018, em Buenos Aires. Mais agressivas que as originadas na votação da nova lei trabalhista em Dezembro de 2017.
Depois do “sucesso” da Guerra de Hamburgo” (do ponto de vista da esquerda radical), onde foi realizado o G20, em 2017, a inteligência argentina já rastreou grandes preparativos para a Reunião do G20, em Buenos Aires..
Os grupos de esquerda argentinos tentam aproveitar os caminhos incertos do Governo Macri.
http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/media/1515531930_G20.jpg

Depois da Reunião do G20, em Buenos Aires, Argentina
6 – Argentina – RAM - Resistência Ancestral Mapuche
A esquerda tem apoiado o RAM - Resistência Ancestral Mapuche, baseado em reclamos de grupos indígenas, que se estendem desde a Argentina ao Chile.
Hoje o maior problema de atividades de Grupos Irregulares, tanto no Chile como na Argentina, são os Grupos Mapuche. (ver matéria e manual Kutralwe – Herramientas para lucha Link
http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/media/1508591546_mapuche.jpg

Podemos mostrar os apoios às esquerdas do continente, a maioria lúdico, através do tuite da Prefeita de Paris Anne Hidalgo, reproduzido abaixo, que patrocina uma exposição sobre Che Guevara. Isto é uma indicação que o STF simplesmente adotará uma "posição politicamente palatável" para a comunidade internacional, no caso Lula.

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7 – Visita do Papa Francisco ao Chile e Peru

A data do julgamento do processo, foi escolhida a dedo. Não pense que pelo TRF/4. Foi isto sim pelas forças, que estão aliadas ao PT.
A razão? Aqui está.
Pouco comentado pela imprensa brasileira é a visita do Papa Francisco à América do Sul:
- Chile, 15 a 18 Janeiro 2018
- Peru,  18 a 21 Janeiro 2018

Já são mais de 1.500 jornalistas credenciados para cobrir a vista do Papa Francisco ao Chile. Vindos de 40 países acompanharão, as homilias do Papa Francisco, talvez em uma viagem mais política do seu pontificado.
Uma simples menção do Papa, ao julgamento (observar que o MST é considerado uma entidade católica, no exterior representado pela Via Campesina), gerará reflexos políticos.
E a pauta política é grande, com potencial de influir em várias questões:

1 – Brasil – Julgamento Lula, ataques ao governo Temer e ao Brasil, organizações católicas tem aumentado a geração de questões: indígenas, sem-terra, direitos humanos, etc;
2 – Argentina – Mapuches, situação interna no país (o Papa ainda não visitou a Argentina);
3 – Chile -  Mapuches e com a futura troca do governo fica liberado para críticas ao futuro Presidente Pinera, e,
4 – Peru – o recente indulto abre um flanco que deve ser explorado pelo vaticano.
8 - A Batalha de Porto Alegre acontecerá?
Com todo o exposto podemos dizer que, o mais interessante às organizações de esquerda será obter o maior ganho político possível. E isto será dado pela imprensa internacional e o Papa Francisco como fatores de pressão ao TRF4 e STF.


 Redação DefesaNet

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Lula, o filho das empreiteiras



Lula, o filho das empreiteiras



O Antagonista apurou que a Lava Jato descobriu patrocinadores ocultos no filme “Lula, o Filho do Brasil”.
Enquanto Odebrecht, OAS e Camargo Corrêa estão nos créditos da película, outras empreiteiras envolvidas no petrolão preferiram não aparecer.
A PF já tem provas de que o custo do filme ultrapassou os R$ 12 milhões declarados.

Fonte: O Antagonista

Brasil, país poupador de terras



Brasil, país poupador de terras

Devastação de matas e agricultura predatória são temas frequentes sobre preservação ambiental, num falatório mal informado, muitas vezes desonesto

Devastação de matas e agricultura predatória são dois temas frequentes quando se avalia a preservação ambiental no Brasil, num falatório mal informado, muitas vezes desonesto e frequentemente repetido, no País, pelos bem-pensantes de plantão. Quem se dispõe a discutir seriamente o assunto pode agora recorrer a informações da Nasa, a agência espacial americana. Segundo a agência, as lavouras ocupam 65,91 milhões de hectares, apenas 7,6% do território brasileiro, e a vegetação nativa é preservada em mais de dois terços da superfície do País. Esses números são muito mais compatíveis com os objetivos de conservação ambiental do que os encontrados na maior parte do mundo, incluídos os países mais desenvolvidos e apontados, costumeiramente, como os menos devastadores.
A informação da Nasa, divulgada no fim de dezembro, foi pouco difundida e escassamente comentada no Brasil. Nenhuma pessoa honestamente interessada no assunto deveria, no entanto, desconhecer os dados e negligenciar as comparações. A agricultura ocupa entre 20% e 30% da área na maior parte dos países, de acordo com o relatório, e em algumas economias importantes a parcela usada na produção rural é muito maior.
A proporção fica entre 45% e 65% na maior parte da União Europeia, em 18,3% nos Estados Unidos, em 17,7% na China e em 60,5% na Índia. Na Dinamarca a área cultivada corresponde a 76,8% do território. No Reino Unido, a 63,9%. Na Alemanha, a 56,9%.
Embora as lavouras ocupem uma pequena porcentagem do território brasileiro, o País é uma potência agrícola e um dos líderes no comércio global de vários produtos. Quem acompanhou a evolução do agronegócio desde as décadas finais do século passado entende facilmente como esse quadro se tornou possível.
A explicação principal está nos ganhos de produtividade, centrados, no caso brasileiro, no volume produzido por hectare. Isso depende da fertilização e da preservação da fertilidade do solo, assim como das técnicas de manejo da terra e também do melhoramento e da seleção das plantas. Graças a esses avanços, durante um longo período foi possível aumentar muito mais a produção de vários grupos de lavouras do que a superfície cultivada. Em outras palavras, a agricultura brasileira tornou-se uma atividade poupadora de terra.
A produção de grãos é o exemplo mais visível dos ganhos de produtividade. O aumento da eficiência, observado desde os anos 1980, tornou-se mais ostensivo neste século. Entre a safra de 1997/98 e a de 2006/2007, a produção geral foi sempre superior a 2 toneladas e inferior a 3 toneladas por hectare. Oscilou nas duas temporadas seguintes e a partir de 2009/10 ficou sempre acima da nova marca. Em 2009/10 foram colhidas 3,15 toneladas por hectare. Em 2016/17, 3,91 toneladas. A proporção caiu para 3,67 na safra seguinte, mas o volume produzido por unidade de área ainda foi 29,29% superior ao de 2006/07. Esse conjunto inclui algodão, arroz, feijão, milho, soja, trigo e cereais de inverno. São produtos fundamentais para o mercado interno, para a produção de aves e suínos e para a exportação.
A cafeicultura, outra área de liderança brasileira, também tem acumulado ganhos de eficiência na produção por área. Em 2004 foram colhidas 17,75 sacas por hectare. Em 2006, 19,75. Entre 2010 e 2014 a produção ficou sempre acima de 20 sacas, tendo atingido 24,80 em 2012. Em 2016 foram 26,33 sacas por hectare. No ano passado, 24,10. Em 2017 completaram-se três anos de problemas climáticos e, além disso, o ano foi de ciclo baixo (uma das características da cafeicultura). Mesmo assim, o rendimento foi muito maior do que o de uma década atrás.
Nenhum desses fatos é justificativa para descuidar da preservação ou para deixar de punir devastadores da Amazônia ou de qualquer outro bioma. Mas os dados da Nasa permitem uma discussão mais informada e mais honesta sobre como os brasileiros cuidam dos compromissos ambientais. São também um testemunho a mais sobre o sucesso e a enorme importância da Embrapa e de outras instituições de pesquisa agropecuária.
 Fonte: OESP